quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

nos vies

Há esta distinta idéia de retorno à escuridão, ao nada
Onde tudo o que construímos nessa longa estrada
Da vida, nada restará: não há homem são
Que não trema, com um assombro no olhar
Ante tal nefasto pensamento, uma existência inteira
A navegar pelo oceano à beira, tudo em vão,
Tudo perdido neste derradeiro momento:
Da água do mar ficará apenas o gosto amargo do sal
Do mundo, apenas uma brisa, uma curiosidade,
Uma ansiedade por saber de seu final

4 comentários:

Rogerio disse...

belas palavras...gostei do poema...bem rimado...

Henry Barros disse...

muito bom, ainda mais pela simplicidade, adorei =]

Mayanni Alves disse...

Fooi tu q fez??
Que legaal,beem rimado msm!
aoxiaoxi'
boom blog!
Bjãão

Digho disse...

Poderia comentar sobre o post mas como me encantei pelo blog como um todo recheado de poemas interessantes,vou dizer que é simplesmente Belo.Não entendo o pq do nome.

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